Sábado, 4 de Novembro de 2006

"Despedida"

                       

Disse-te o que seria o último Adeus.

Senti que seria o ultimo de outros tantos já ditos anteriormente. Um enorme vazio apropriou-se de mim e ao mesmo tempo alivio. Sim. Alivio. Alivio que me veio amainar as lágrimas já choradas outrora, que veio terminar com prantos silenciosos, deixar as saudades perdidas no tempo, abafar a dor que me causavas com as tuas partidas, jamais sabendo quando voltarias. Sei que não vai ser para sempre, porque para sempre é muito tempo, e a saudade vai aparecer. Desejo ao menos saber que estas bem, quero ao menos saber que te importas, que pelo menos pensas em mim e que a saudade também se estabelece em ti. Preciso disso, como do ar que aspiro preciso disso como de agua para subsistir, preciso de saber que estas presente mesmo que longe da minha vista. E sei que estarás, porque te percebo como ninguém e sei bem o que vivemos não vai acabar aqui.

Ainda sinto o teu gosto…

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Escrito por FlordeLis às 00:00
| Vossas memórias
18 comentários:
De Fernando a 4 de Novembro de 2006 às 10:59
E como já vem sendo hábito, e para algo completamente novo, vou comentar o que ninguém comentará...
Ora eu acho (na minha humilde opinião) que não estará completamente correcto dizer que se precisa de alguem como o ar que se expira. Ora se se expira, já foi usado, por isso o ar que realmente nos faz falta será o que se inspira... Mas também pode ser o meu mau feitio a falar... Beijo.


De FlordeLis a 4 de Novembro de 2006 às 14:32
O teu mau feitio falou, e a correcção foi feita... :)



De nevoeiro_vagabundo a 4 de Novembro de 2006 às 14:39
existe gostos que não se esquecem....
beijo vagabundo


De FlordeLis a 4 de Novembro de 2006 às 18:18
Sim, tens razão... ainda hoje me lembro do gosto da Açorda de Alho que a minha mãe me obrigava a comer quando era pequena!

Ahahahahahah...



De Fernando a 4 de Novembro de 2006 às 19:55
Açorda de alho. Encolhe a barriga e estica o... dedo do pé.


De FlordeLis a 5 de Novembro de 2006 às 23:07
Trabalhar ao Sábado anda-te a fazer mal, Fernando...

Ahahahahah....



De FM a 5 de Novembro de 2006 às 22:17
para quê uma despedida se o desejo é o de ficar?
BJ

FM


De FlordeLis a 5 de Novembro de 2006 às 23:09
Nem sempre o desejo do coração corresponde ao que se pode fazer na prática ...



De kenekinha a 6 de Novembro de 2006 às 11:02
Se há algo que se mantém viva na minha alma é a memoria de pequenos momentos de extrema felicidade,momentos eses que devido a varios factores se transformaram em dura cruel dilacerante saudede,essa que por si mantém viva a memoria.
Há alturas em que a saudede se mistura com a memoria e posso jurar que revivo esses momentos,que te sinto,que te tenho aqui de novo junto a mim.
beijo do tamanho do infinito MEU ANJO.


De FlordeLis a 6 de Novembro de 2006 às 19:52
Também, ainda hoje revivo, alguns desses momentos, como se fosse à instantes...



De apenasMadalena a 6 de Novembro de 2006 às 11:31
Humm...Até pareçe que fikei com a boca a saber a beijos...Daqueles melados, languidos, demorados...
Ai Ai
Vou-me calar que é melhor...
Bjokas
Madalena


De FlordeLis a 6 de Novembro de 2006 às 19:56
é tão bom sentir esses beijos...
Nao lhes percas o sabor...



De Paulo a 6 de Novembro de 2006 às 18:20
Ha momentos da vida, que independentemente do resto do destino que as nossas vidas levam, ficam para sempre nas nossas memorias.


De FlordeLis a 6 de Novembro de 2006 às 20:07
E ainda bem que assim ficam, alias sao elas que compoem a nossa historia de vida...



De J.C.H. a 6 de Novembro de 2006 às 21:33
Olá
Também ainda sinto o gosto... mas vai secar (espero)...
Boa semana

**beijos**


De FlordeLis a 6 de Novembro de 2006 às 21:47
Tenta reviver algo que pensas perdido, não deixes morrer o gosto...
Nao faz qualquer sentido viver em função do esquecimento.



De ZePedro a 8 de Novembro de 2006 às 22:24
Adeus, quando se diz adeus não se volta a dizer, para que seja um verdaeiro adeus, se calhar o que dizias e o que sentias era um até, um até, sem tempo, com a esperança que venha a acontecer um de novo, a saudade é algo bem forte que consegue mover montanhas e convicções, por isso nunca lhe chames adeus quando sentes como sentes o que sentes, chama-lhe interludio, paragem tempo sabático o que quiseres, pois enquanto sentires não acaba nunca...
Beijos de quem algo entende


De FlordeLis a 8 de Novembro de 2006 às 22:32
Quando disse este "adeus", a intenção seria essa mesma, por um ponto final, apenas este Adeus nunca pode representar uma despedida para sempre pois algo de muito forte continua vivo, bem presente...



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