7 comentários:
De Secreta a 7 de Abril de 2008 às 15:58
Acho excelente esta tua maneira de ver a vida. Todos nós deviamos ser assim!
Beijito :)


De Carlos Henriques a 16 de Abril de 2008 às 20:58
De louco todos temos um pouco..
Prazer.
Chamo-me Carlos, Carlos Henriques lol

**beijo**


De maripoza a 24 de Abril de 2008 às 10:27
Olá Leonor!

Prazer. Eu chamo-me Gina. Gosto da tua descrição :). Firme. Principalemnte do "Que se lixem todos!"

Por ser também um pouco "louca" como tu é que não consigo permitir que alguém mude a minha identidade, a favor dos seus caprichos e em desfavor da minha própria felicidade. Fica o sentimento, que me atraiçoa a razão...


Não percas essa "loucura".

1 beijo esvoaçante.


De antoniomaia a 17 de Maio de 2011 às 18:50
prazer Leo!
todos somos únicos e a esmagadora maioria vive em sociedade, não deixes de ouvir os outros, por vezes até para se fazer o contrário, mas diz o povo que "as costas dos outros são o nosso espelho"
sofre-se muito em solidão, dizem, imagino que sim :)
claro que devemos ser críticos e usar a nossa cabeça, mas seremos ilhas sem interesse se para nós olharmos com deslumbre...
lembrei-me dum poema, pera, vou buscar:

A lição do Jardineiro

Pequeno reino de sebes e canteiros
O meu jardim me ensina
Que até a rosa nobre de Mileto
Tem de, para ser bela, ser podada.
Também ela deve compreender
Que a couve, o alho, e outros legumes
De origem modesta, mas não menos úteis,
Têm, como ela, direito
À sua ração de água.
O jardim seria mato
Se só na rosa imperial pensássemos.

Bertolt Brecht

PS: o poema diz melhor o que quero dizer, rosa nobre de Mileto :)


De FlordeLis a 17 de Maio de 2011 às 22:44
Eu percebi o que quiz dizer logo de inicio, e concordo, mas as vezes a minha tendencia é ter na escrita uma especie de refúgio, e as vezes porem é uma forma de me mostar ao Mundo.
Mas obrigada pelo poema. Gostei.


De antoniomaia a 17 de Maio de 2011 às 23:25
o mestre é o Brecht, percebeu senhora dona FlordeLis?


De FlordeLis a 18 de Maio de 2011 às 08:29
Percebi, Sr Antonio Maia, assim que vi o poema!


Memoriza comigo...