Segunda-feira, 11 de Junho de 2007

I`m alive !

Sinto da parte de algumas pessoas que existe um choque quando alguém me lê ou me ouve a dizer exactamente o que sinto, chamam-lhe insensibilidade, crueldade. Eu chamo-lhe sinceridade, frontalidade e raramente digo o que os outros pretendem ouvir.

Antes de respeitar os outros, no sentido lato da palavra, respeito-me, sou fiel aos meus princípios, e como tal não abdico de dizer o que sinto, mesmo que na maioria das vezes não seja agradável. É–me difícil pensar que apenas por uma questão de sensibilidade, não se diga o que realmente se pensa, ou por uma questão de ferir susceptibilidades não se de a nossa opinião, mesmo “nossa” e não a que os outros estão à espera de ouvir.

Temos consciência que isso acontece muitas vezes. Quando se é criança, acham graça por sair com naturalidade o que dizemos, e porque é que quando chegamos a adultos, quando damos a nossa mais honesta opinião sobre um determinado assunto passa a ser desconfortável, ate maldade, por vezes?

Parece-me que na sua grande maioria, pensa-se uma coisa, e se diz outra completamente diferente.

E tudo isto se sente, se tivermos atentos…

 

 


 

Pensamento do dia 

O meu maior sonho é ser pobre um dia! Porque ser todos os dias , é lixado!

 

 

 


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Escrito por FlordeLis às 00:00
| Vossas memórias | Devaneios (8)
Quinta-feira, 7 de Junho de 2007

Reflexos

 

Olho-te pelo reflexo

Do vidro

E o coração da noite

E o meu desejo de ti

São lágrimas por dentro,

Tão doídas e fundas

Que se não fosse:

O tempo de viver;

E a gente em social desencontrado;

E se tivesse a força;

E a janela ao meu lado

Fosse alta e oportuna,

Invadia de amor o teu reflexo

E em estilhaços de vidro

Mergulhava em ti.

 
Ana Luisa Amaral

 


Escrito por FlordeLis às 00:04
| Vossas memórias | Devaneios (4)
Segunda-feira, 4 de Junho de 2007

Procuro...

Procuro-te na crista das ondas das palavras que sobrevoam o meu pensamento, e entre essas mesmas palavras percorro o vazio por elas deixadas, decifro-te nas entrelinhas, na esperança que não deixo morrer, a fé que deposito num sentimento que prevalece, e que vive entre frases mal acabadas, entre pensamentos não expostos, entre destinos que se separaram. Deixei que as palavras, essas mesmas se perdessem no infinito e que o vento as levasse para bem longe, para esquecer, para deixar que as lágrimas pudessem viver apenas nos meus mais recondidos segredos que o meu coração guarda.

Destino. Não valorizo o seu conceito, prefiro acreditar que a minha vida e o meu caminho será sempre por mim traçado, e que estão nas minhas mãos, e que apenas depende de mim o percurso a seguir…

A vida prega-nos algumas partidas mas cabe-nos a nós fazer as nossas próprias escolhas.

Procuro-te na crista das ondas das palavras que sobrevoam o meu pensamento, e entre essas mesmas palavras percorro o vazio por elas deixadas, decifro-te nas entrelinhas, na esperança que não deixo morrer, a fé que deposito num sentimento que prevalece, e que vive entre frases mal acabadas, entre pensamentos não expostos, entre destinos que se separaram. Deixei que as palavras, essas mesmas se perdessem no infinito e que o vento as levasse para bem longe, para esquecer, para deixar que as lágrimas pudessem viver apenas nos meus mais recondidos segredos que o meu coração guarda.

Destino. Não valorizo o seu conceito, prefiro acreditar que a minha vida e o meu caminho será sempre por mim traçado, e que estão nas minhas mãos, e que apenas depende de mim o percurso a seguir…

A vida prega-nos algumas partidas mas cabe-nos a nós fazer as nossas próprias escolhas.


 

Uma boa semana para todos…

 


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Escrito por FlordeLis às 00:00
| Vossas memórias | Devaneios (5)

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