Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010

Margarida (2º parte)

A segunda parte do conto, para quem nao leu o inicio aqui fica a 1ª parte.

 

 

 

Já nenhum dos dois ignorava o que se estava ali a passar.

Resolvi arriscar, pus-lhe então a minha mão numa das suas coxas, e confessei-lhe o quanto a desejava desde que a reencontrei no dia anterior. Fez-se silencio. Margarida parecia estar renitente, sem saber o que fazer, por segundos achei que não iríamos passar dali. Subi e desci a minha mão pelas suas pernas bem torneadas lentamente, enquanto a observava fixamente, e no seu rosto conseguia contemplar o prazer que lhe estava a proporcionar. Parecia um pouco surpresa mas, ao mesmo tempo, embevecida pela maneira como se tinha desenrolado todo aquele momento. Aproximei-me devagar do seu corpo e a medida que me ia aproximando, Margarida desceu lentamente ate estar completamente deitada, e já perfeitamente estendida, beijei-lhe os lábios que depressa me surpreenderam com um beijo em resposta longo e cheio de desejo. Os beijos prolongaram-se ora intensos, ora meigos, enquanto lhe retirava o biquíni, abandonando os seus seios entregues ao meu toque firme e decidido. Os seus mamilos firmes e robustos, revelavam à medida que a beijava um desejo visível, enquanto a sua respiração crescia intensamente, o que me excitava cada vez mais, e ouvir aqueles gemidos quase que imperceptíveis, deixavam-me ainda mais exaltado, mais louco por comer aquela mulher. Longos foram os anos que a desejei em silêncio, e agora tinha-a ali, em carne e osso, completamente à minha mercê. As suas mãos percorriam-me o corpo e depressa alcançaram o meu membro excitado que ficou ainda mais rijo e teso com os movimentos que Margarida lhe fazia em vaivém, ainda por cima dos calções. Desci a minha boca até as suas cuecas, retirando-as lentamente com os dentes, já sentia o seu odor a entrar pelas minhas narinas, enquanto as suas mãos já exploravam pelo interior, o meu membro agitado.

Nessa altura puxou-me e fomos ate à água, e com as suas mãos em concha refrescou-me o meu corpo já quente, enquanto sorria e olhava para mim.

A praia naquele momento já estava praticamente deserta. Voltamos ao areal, e Margarida deitou-se de barriga para baixo com as pernas ligeiramente entreabertas, eu deitei-me na continuação do seu corpo, mordiscando as suas nádegas firmes durante alguns instantes. Subi até aos seus lábios carnudos e comecei a insinuar-me na sua carne tenra, acariciando-lhe e apertando suavemente o seu clítoris, brincando com ele entre os dedos, ouvi-lhe um suspiro e continuei a lamber a sua carne suculenta e apetitosa. Deitei-me na esperança que Margarida me fizesse o mesmo, mas não tive sorte. Nunca o tinha feito, afirmou. Voltei ao que estava a fazer e quase de impulso ela quis que eu me deitasse para se sentar em cima de mim, roçando o seu clítoris no meu membro, ao de leve, brincando com a situação. Ao fim de alguns minutos tentei puxa-la, mas ela negou e ficou parada por uns instantes. Perguntei-lhe o que se passava ao que ela não me respondeu, mas no minuto seguinte deslizou o seu corpo lentamente ate a sua boca estar ao alcance do meu membro e segurou-o entre os seus dedos. A sua língua tocou-me lentamente fazendo movimentos circulares durante alguns segundos até que desapareceu na sua boca, fazendo exercícios intensos e profundos, deixando-o ainda mais robusto. O seu olhar procurava o meu, enquanto eu a observava. Ao fim de alguns minutos, sentou-se em cima dele e ferozmente engoliu-o no seu interior, com movimentos firmes e intensos. No calor do momento mudei para o seu ânus, pensando que não aceitaria, mas enganei-me redondamente. Entrou com alguma dificuldade, mas Margarida afastava as suas nádegas, para facilitar a entrada e agora gemendo de uma forma bem audível, sepultava-o todo no seu cuzinho, enquanto ia excitando os seus mamilos e o clítoris naqueles movimentos de vaivém. Ao fim de algum tempo, deitou-se de frente e com alguma ginástica continuei a enterrar-me no seu interior, em movimentos circulares para ajudar à penetração, enquanto Margarida, excitava cada vez mais rapidamente o seu clítoris. Queria prova-la e fiz questão que se viesse na minha boca, o seu corpo sacudiu-se com a intensidade do orgasmo que lhe incendiou o corpo, o seu suco encheu-me a boca daquele gosto que já me tinha deixado louco. Vim-me a seu pedido no seu peito jorrando todo o meu néctar na sua pele macia e perfumada, agora com aroma a sal…

 

A barraca tinha desaparecido. O menino de seis anos também.

Assim como Margarida depois daquele dia.


Escrito por FlordeLis às 00:00
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